quinta-feira, 3 de junho de 2010

Grêmio x Atlético - MG

Grêmio (4-4-2): Victor; Edilson, Ozeia, Rodrigo e Bruno Collaço; Adílson, Fábio Rochembach, Maílson e Hugo, Roberson e William.
Técnico Silas

Atlético-MG (3-5-2): Marcelo; Lima, Jairo Campos e Werley; Diego Macedo, Zé Luis, João Pedro, Ricardinho e Leandro; Muriqui e Diego Tardelli.
Técnico: Wanderley Luxemburgo

Estádio Olímpico Porto Alegre
Árbitro: Péricles Bassols Cortez
21 horas

Corinthians x Inter

Corinthians (4-4-2): Felipe; Jucilei, Paulo André, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Danilo e Bruno César; Iarley e Dentinho.

Técnico: Mano Menezes
Inter (4-4-2): Lauro; Glaydson, Sorondo, Bolívar e Kléber; Sandro, Guiñazu, Andrezinho e Giuliano, Walter e Alecsandro
Técnico: Enderson Moreira

Árbitro: Sandro Meira Ricci
Estádio do Pacaembu - SP
Horário 21 horas

terça-feira, 1 de junho de 2010

Últimas do Inter

Os jogadores do Inter estão acompanhando as conversas sobre a contratação de um técnico, e eventualmente de novos atletas, pela diretoria colorada. Segundo o zagueiro Bolívar, a chegada de mais jogadores serviria para agregar qualidade ao grupo.


— O grupo está fechado e acostumado a decisões, mas é importante acrescentar com jogadores de qualidade que a direção quer contratar — afirma.

A chegada de um treinador em substituição a Jorge Fossati também atrai a atenção dos jogadores. Para Bolívar, é consenso a vontade de se trabalhar com um profissional vencedor.

— Não apenas a gente, mas a direção também quer um treinador vencedor — garante.

Bolívar acredita que até o retorno das férias, em 17 de junho, eles já terão a companhia de um treinador contratado:

— Acredito que a direção nas nossas mini-férias deve definir o treinador, para que a gente possa retomar depois das férias com toda a força.

Ao mesmo tempo em que Felipão, o nome dos sonhos, perdeu força na cotação dos prováveis técnicos do Inter, um outro da mesma cepa emergiu com força nas últimas 24 horas. Trata-se de Adilson Batista, há três anos no Cruzeiro. Em entrevista a um jornal de grande circulação Adilson disse o seguinte:


— Agora não sei mais (se continuo no cargo). Tenho que falar com o Zezé (Zezé Perrela, presidente do Cruzeiro). Não sei se fico. Não sei o que o presidente quer. Vou conversar com ele — afirmou Adilson por telefone.

Adilson Batista tem contrato com o Cruzeiro até dezembro. Sua relação com a direção do clube é ótima, embora nem tanto com a torcida. O problema é que Maluf, um de seus principais aliados, o homem que tocava o dia a dia no futebol da Toca da Raposa ao seu lado, foi afastado por Perrela. Há 12 anos no cargo, Maluf caiu porque há “necessidade de sangue novo”, segundo Perrela.

— Fui pego de surpresa com a saída do Maluf. Estou sabendo agora — disse Adilson.

A direção do Cruzeiro não cogita da possibilidade de demitir Adilson. Antes de perder para o Ceará, Adilson foi vaiado mesmo após vencer o Botafogo no Mineirão, em razão da atuação sem brilho. A derrota em casa na final da Libertadores de 2009 para o Estudiantes e a recente eliminação para o São Paulo este ano liquidaram com a paciência dos cruzeirenses. Ainda assim, a direção encomendou a todos os vistos de entrada nos Estados Unidos onde farão a intertemporada.

— Não fui procurado pelo Inter. Lembro de ter falado com o Chumbinho (Newton Drummond, diretor executivo) tempo atrás, mas ficou nisso. Fico contente de ser lembrado por um grande clube como o Inter — afirmou Adilson, que tem em Fernando Carvalho um admirador.

— As pessoas não lembram, mas o Adilson jogou no Inter antes do Grêmio. Fez até gol. Ele é um profissional. E a torcida do Cruzeiro reclama muito dele—– analisou um amigo gaúcho que mantém contato frequente com Adilson, lembrando de quando Falcão era o técnico e Adilson foi trazido ao Beira-Rio, no início dos anos 90.

Enquanto isto, a hipótese de ter Felipão ouriçou os jogadores.

— Seria bom demais para todos. Ele fez história do outro lado, poderia fazer do nosso lado também — suspirou Sandro.

A entrevista concedida por Felipão à Rádio Bandeirantes, entretanto, embaçou o sonho por Felipão. O Inter estaria disposto a pagar R$ 700 mil mensais. Mas o técnico garante que não foi procurado. Outros dois treinadores foram consultados: Abel Braga e Nelsinho Baptista. Abel está no Rio e tem contrato até o fim do ano que vem com o Al Jazira, mas a multa rescisória é alta: R$ 3,6 milhões. Nelsinho assinou com o Kashiwa Reyson, do Japão, este ano.

Últimas do Grêmio

O Grêmio busca um reforço para o ataque. Jonas e Borges são as certezas da posição, que carece de alternativas de maior qualidade. Um dos nomes cotados é o de Éder Luís, ex-Atlético-MG, vendido para o Benfica, de Portugal, no final de 2009. No treino tricolor na tarde desta terça, em Eldorado do Sul, o técnico Silas foi questionado sobre o jogador e fez elogios a ele.

– O Grêmio está interessado em um jogador de velocidade, que atue pelos lados. Jonas tem essas características, embora chegue mais na área adversária – explicou o treinador.

– O Éder Luís foi meu jogador no Atlético-MG é um grande jogador, está bem no Benfica. É reserva do argentino Di María. Se for ele, bem vindo seja – acrescentou.

Éder Luís jogou no Atlético-MG entre 2005 e 2007, com boas passagens. O atacante tem 25 anos.



O Grêmio terá que enfrentar Atlético-MG e São Paulo com ataque reserva. Borges, que está lesionado, só volta após a Copa do Mundo. E Jonas, julgado na noite desta terça no STJD, pegou uma suspensão de dois jogos. William e Roberson são os jogadores para formar a dupla de frente. Apesar da punição, o departamento jurídico do Grêmio vai entrar com pedido de efeito suspensivo já nesta quarta para tentar a liberação do atacante titular.


– Amanhã vamos pedir o efeito suspensivo no STJD. Esperamos conseguir o despacho até amanhã à tarde – declarou o advogado Cláudio Batista à Rádio Gaúcha após o julgamento.

Constava na súmula de Santos 3x1 Grêmio, pela semifinal da Copa do Brasil, que, aos 42 minutos do segundo tempo, dentro da área defendida pela equipe da Vila Belmiro, enquanto a bola estava em jogo, Edu Dracena deu um tapa na nuca de Jonas. No mesmo momento, o atacante tricolor revidou com outro tapa, este no rosto do santista. Edu Dracena, por sua vez, pegou um jogo.

Os dois foram expulsos de campo, com cartão vermelho direto, e responderiam por praticar agressão física – artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que poderia punir com quatro a 12 partidas de suspensão. Porém, as defesas dos jogadores conseguiram desclassificar a infração para um artigo mais brando (ato hostil).

No mesmo julgamento, o zagueiro Rafael Marques também foi punido. Ele pegou suspensão de um jogo pela expulsão, quando, segundo a súmula, teria calçado um dos seus adversários, durante uma disputa de bola, aos 47 minutos da etapa final. O lance resultou em denúncia no artigo 254 – praticar jogada violenta, que daria gancho de até seis partidas.

Inter 4 x 1 Atlético / PR

Flamengo 1 x 1 Grêmio

 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Briga de cachorro grande

O goleiro titular da seleção brasileira, Júlio César, não mediu palavras e ‘detonou’ a Jabulani, bola que será usada na Copa do Mundo da África do Sul. Segundo o jogador da Internazionale, parece uma bola de supermercado.

“A bola é horrível. É horrorosa. É incrível, o goleiro é sempre prejudicado. Essa bola parece aquelas de supermercado”, disparou o goleiro em entrevista coletiva nesta sexta-feira na África do Sul. Júlio César também reclamou de outros fatores do futebol que favorecem os jogadores de linha, como as paradinhas.

Ainda assim, o camisa 1 brasileiro disse que torce para tomar muitos gols por conta da bola e para seus companheiros marcarem ainda mais no ataque. Polêmico, afirmou que o principal não é jogar bonito, mas chegar à final do Mundial e ser campeão. "Posso tomar cinco gols. Se meu ataque fizer seis, estou feliz.

OPINIÃO FUTEBLOGRS:

O público em geral pensará: "Meu deus, como se joga a Copa do Mundo com uma bola dessas" mas na realidade o que está por trás da reclamação do guarda redes brasileiro é a briga das gigantes de material esportivo, Julio César é patrocinado pela Nike desde as as seleções de base, já foi alçado a condição de titular em outras situações por ter este patrocínio, lógico que hoje é um dos melhores do mundo e merece estar com a camisa um da seleção brasileira, mas lembro muito bem que um goleiro, patrocinado pela adidas, em momento melhor já ficou sentado no banco para que a patrocinadora da seleção não tivesse no gol um jogador utilizando luvas e chuteiras da marca concorrente, são questões comerciais que acabam influenciando declarações e as vezes até nas convocações e escalações, ou alguém acha que nos amistosos realizados pela seleção por contrato com a sua patrocinadora de material esportivo não há uma clausula contratual dizendo que a maior parte dos jogadores convocados devem ser atletas patrocinados pela mesma. Ninguém da CBF ou da empresa de material esportivo confirmará, dirão que é apenas coincidência, que a Nike patrocina os melhores, e os melhores são chamados a servir seu país e bla-bla-bla, e por mais incrível que aconteça muitos acreditarão, outros serão convencidos por jornalistas que tem espaços coincidentemente patrocinados pela gigante de materiais esportivos norte-americana. Na minha mais sincera opinião como atleta de final semana e consumidor de material de futebol a pelo menos quinze anos, a Nike desenvolveu materiais de alta qualidade e vem buscando cada vez mais inserir a tecnologia no esporte bretão, mas toda a experiência de marcas como a Adidas, Mizuno, Puma sem contar na inglesa Umbro, recém adquirida pela Nike, será sempre um diferencial a favor das marcas que cresceram junto com o futebol, não consigo ver a Nike com um produto como a Adidas Copa Mundial, chuteira que desde 1982 está entre as preferidas dos atletas, assim como não veja a Adidas lançando uma chuteira com tecnologia e visual revolucionários, parece complicado de entender então o que posso resumir é que a briga é polarizada entre as duas grandes e as menores tem seus diferenciais, porém cada uma tem seu espaço e não deve incentivar seus jogadores a criticar os produtos da outra.