terça-feira, 8 de outubro de 2013

Apertem os cintos, o piloto sumiu no Inter

O tópico é recorrente, mas o assunto está tão latente e principalmente claro aos olhos de todos que tive que escrever sobre ele. A direção de futebol do Inter é muito desorganizada!
O presidente Giovanni Luigi sempre teve o perfil mais técnico, temos que ressaltar a forma como chegou a presidência do clube. Sempre apoiou o grupo político mais vencedor da história do colorado, comandado por Fernando Carvalho, tinha as pessoas certas nos cargos certos. Entre estes, Vitório Píffero, Pedro Afatato e Giovanni Luigi. Após dois mandatos extremamente bem sucedidos, ficou definida a ordem de sequência de comando do movimento: Todos apoiariam dois mandatos de Pífero, Luigi e por último Afatato.
Pífero foi o sucessor de Carvalho e manteve a linha de trabalho, com alguns percalços, por não poder contar com a presença constante de Carvalho, o maior dirigente da história colorada. O dilema surgiu ao final do segundo mandato de Pífero, quando Afatato resolveu fazer uma mobilização política para antecipar Luigi na ordem "hierárquica" da corrente política.
Com braço forte de sempre Fernando Carvalho apoiou Luigi e manteve o plano inicial. Porém Afatato, naturalmente afastou-se do grupo, e com ele alguns importantes conselheiros. Luigi já enfraquecido no primeiro mandato, viu os resultados da divisão política chegarem ao gramado e teve de apoiar-se em ídolos recentes (Fernandão) para tentar manter um mínimo de aceitação junto ao torcedor. A estratégia não deu certo, principalmente por que o Sport Club Internacional é um clube de futebol, e como tal, os reflexos do rendimentos do time são percebidos imediatamente junto a imagem da direção.
Com o final de 2012, ano praticamente perdido, em matéria de futebol, e com a eleição a presidência se avizinhando, Luigi, percebendo a derrota iminente nas urnas junto ao associado, vendeu a alma a grupos políticos menores. Para ser o presidente do clube na reinauguração do Beira-Rio, e no ano em que o estádio servirá de palco para a Copa do Mundo, prometeu cargos importantes em troca de apoio e conseguiu a reeleição sem a consulta dos associados.
Novamente entra em cena a tática de escudar-se em um ídolo do clube, e com a reeleição confirmada, antes mesmo de definir quem seriam seus pares no comando do futebol, Luigi contratou Dunga para ser o treinador do clube em um dos anos mais difíceis do futebol, jogar as competições sem o gigante da Beira Rio. As críticas amainaram e Giovani teve tempo para definir quem seria o substituto de Luciano Davi, vice de futebol que acabou 2012 execrado pelo torcedor.
Para agradar grupos políticos veio uma definição inédita: O clube teria dois diretores de futebol: Marcelo Medeiros (que oficialmente seria o vice presidente de futebol) e Luis César Souto de Moura. Dunga como foi contratado diretamente pelo presidente sempre teve linha direta com Luigi e percebendo a inexperiência de ambos, fechou-se no vestiário com seus atletas. Como o técnico isolou o vestiário, restaram aos diretores questões administrativas, como local para jogos e outros detalhes.
Estamos quase no final de 2013 e o Inter não tem definida a sua casa para os jogos do Campeonato Brasileiro, a direção foi complacente e permitiu que se colocasse no Estádio do Vale a culpa pelo mau desempenho do time, que alijou o clube da possibilidade de estrear o Beira Rio na Libertadores de 2014 via Campeonato Brasileiro. E sempre que há alguma questão relativa ao futebol, até que aconteça um acerto entre os diretores surgem informações desencontradas. Um pequeno exemplo ouvi ontem ao final da tarde, enquanto em uma emissora de rádio um não dava prazo para apresentação do novo técnico e para a permanência de Clemer no comando da equipe, no mesmo horário em outra emissora outro dizia que já haviam acertado com Clemer e que ele dirigiria a equipe por mais dois jogos. Depois  a segunda versão se tornou oficial, mas isso é apenas um pequeno exemplo de como o clube está dividido e sem comando e permanecendo assim, 2014 será exatamente igual a atual temporada.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Dunga caiu, mas será que ele é o culpado?

Hoje pela manhã o que todos já previam depois da derrota de ontem para o Vasco se confirmou a demissão de Dunga e sua comissão técnica. O futebol é dinâmico, ainda esta semana um diretor de futebol deu entrevista afirmando que demitir o treinador agora seria jogar para a torcida, parece que ou mudou a opinião da direção colorada, ou o dirigente foi ignorado. Seria muito difícil resistir a uma derrota para uma equipe fraquíssima como o Vasco se mostrou ontem. Mas não acho que Dunga seja culpado.
Começo lembrando que o treinador foi aposta do presidente Giovanni Luigi que o contratou, para apagar a imagem da má campanha do ano passado, antes mesmo de definir a direção de futebol, ou seja abriu canal direto presidente -> treinador e depois até tentou colocar interlocutores, mas em vão, Dunga não ouvia os diretores de futebol.
Dunga chegou com a missão de juntar os cacos do vestiário e o fez com maestria, blindou tanto que ninguém mais conseguiu entrar. Pelo contrário vários saíram de lá e alguns do clube, por divergências com o técnico da equipe principal. Mas parece que a mobilização acabou.
O relacionamento com a imprensa não é bom. A princípio isso não influenciaria muito, mas o desgaste aos poucos foi ruindo a imagem do treinador, que passou a perder defensores e quando os resultados desapareceram as críticas foram constantes. Aqui cabe uma ressalva: Dunga tem uma briga histórica com a imprensa desde que após a Copa de 1990, na seleção brasileira houve o rotulamento de "Era Dunga" e isso ainda não foi superado pelo capitão do tetra.
Há um erro claro de planejamento no futebol. Rodrigo Moledo e Fred, jovens que eram os fiéis da balança nas atuações do primeiro semestre foram negociados e reposições não vieram. Mostra que a venda não foi planejada, como vinham sendo administradas no futebol colorado, quando geralmente o substituto do jogador negociado já estava no Beira Rio. Resultado prático, perda de poder de combate e intensidade dentro do gramado.
Muitos não concordam com isso, e entendo que a compreensão é difícil, mas o Inter depende de D´Alessandro e na ausência dele o time se torna muito inferior. É necessário um esquema que não seja tão dependente do meia argentino para que na ausência, ou quando ele for muito bem marcado, o time tenha alternativas de jogo. Mas desapegar de um ídolo é extremamente complicado e explicar isso ao torcedor então é políticamente impossível. Ninguém quer ficar marcado como o dirigente que mandou um dos maiores jogadores da história do clube embora.
Por fim a maior culpa do técnico, não ter armado seu time melhor defensivamente. No Gauchão, os clubes do interior não importunaram a zaga que ainda contava com Moledo, mas veio o Campeonato Brasileiro e a saída do zagueiro para a Ucrânia, resultado prático: vazamentos múltiplos. Porém o ataque vivia grande fase e resultados como a vitória de 5x3 contra o Vasco em Caxias do Sul foram considerados como normais pela comissão técnica. Se já naquela época Dunga adotasse uma cautela defensiva maior, ele ainda estaria empregado. A defesa colorada tem números semelhantes a de equipes da zona de rebaixamento e quando o ataque deixou de marcar o barco afundou. O comandante deveria ter prestado mais atenção a estes pequenos vazamentos.
A direção também tem culpa na escolha, ou indefinição, da casa colorada no Brasileirão. Começou em Caxias, no Centenário. Como o ataque ainda fazia gols, os resultados ainda apareciam e os jogadores pediram a vinda para Novo Hamburgo diminuindo a viajem, foram atendidos. Porém com a vinda para o Estádio do Vale vieram a série de maus resultados e a culpa foi atribuída a tudo menos ao time. A direção, sem poder de ação teve de acatar a desculpa e voltar ao Centenário. Porém antes mesmo da volta à serra o técnico foi substituído, muito em função da pressão externa. A direção colorada transfere ao time dentro de campo a sua organização e como podemos ver, deixa muito a desejar para um clube como o Inter.
O maior exemplo dessa organização aconteceu ontem no episódio Grenal. Giovani Luigi autorizou o presidente da FGF a negociar a realização do Grenal do segundo turno em Cascavel no Paraná, em troca de uma boa receita. Francisco Noveletto concedeu entrevista coletiva em Cascavel falando sobre a partida e confirmou o jogo. Porém o presidente colorado não havia consultado seus pares e acabou sendo "convencido" a voltar atrás. Grenal a princípio será em Caxias, mas a forma como isso foi decidido é a cara da direção do Inter que busca agora um treinador para fritar. Quem chegar que esteja ciente disso.

15 de Novembro contrata Daniel Franco mas não deve subir esse ano

Hoje pela manhã o Clube 15 de Novembro apresentou oficialmente Daniel Franco como novo técnico para a sequência da Segundona e da Copa Metropolitana. O treinador que começou e trabalhou até semanas atrás na base do Sport Clube Internacional terá o maior desafio da sua incipiente carreira. Daniel tinha até aqui, grupo de jogadores selecionados, afinal de contas muitos querem jogar em um clube grande, estrutura com tudo o que se necessita para formação de atletas e desenvolvimento do trabalho. A partir de agora terá de trabalhar com o inverso, campos sem qualidade, bolas desgastadas, estrutura sem o devido número de profissionais que o futebol atual necessita. Passará a ser cobrado pelos resultados sem ter as ferramentas para obtê-los.

Daniel terá grande desafio pela falta de estrutura
Daniel estava, assim como outros profissionais do futebol como Leandro Machado, no Sady Schmidt na vitória sobre o Novo Hamburgo. Já na apresentação destacou que gostou do desempenho, e principalmente da entrega do grupo quinzista. Seu discurso prega a redução de espaços, a tática e a intensidade, mostrando estar atualizado. E estreia já hoje a tarde na partida contra o Cruzeiro em Porto Alegre em que estarão atuando os jogadores reservas, já que os titulares serão preservados para encarar o Três Passos no domingo.
O grupo do 15 é frágil, mas se consegue montar um time titular, mas o objetivo para 2013 é retomar o futebol profissional e no ano que vem quando a competição for somente de jogadores sub-23 obter o retorno a Divisão de Acesso. Todos no clube estão em fase de aprendizado e algumas medidas já foram tomadas para dar ao grupo de jogadores uma estrutura melhor do que a que foi dada no primeiro turno. Mudanças serão ainda anunciadas para que os jogadores tenham melhores condições de trabalho e para que todos possam pensar no que interessa, o futebol.

Anilado caminha certo rumo ao Gauchão 2014

A desculpa principal para tal investimento no segundo semestre é a tão sonhada vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. Acerto, uma vez que com subsídios da CBF a competição ficou atraente e ainda "corre-se o risco" de conseguir acesso a Série C e com ela obter verba de TV e calendário para o ano todo. Não acredito que o Novo Hamburgo obtenha o acesso no primeiro ano, já que terá que obter experiência em disputas nacionais. Além disso, a minha experiência é que clubes chamados de cometas, que tem rápida ascensão nacional, rapidamente voltam ao ostracismo, e com dívidas que comprometem a gestão do futebol.
O fato é que com o grupo de jogadores que foi montado pela direção de futebol, o Anilado vai chegar nas competições que participar no segundo semestre e deve obter ainda este ano, a vaga na Série D ou na Copa do Brasil e o mais importante uma base para o Gauchão 2014 evitando o erro do ano anterior. A montagem de um grupo especificamente para os três meses de campeonato, dão uma margem mínima de erro e menor ainda a possibilidade de recuperação durante a competição.

Grupo entrará no Gauchão com entrosamento, a frente de outras equipes
O próprio Itamar Schulle já fez isso em 2011, quando montou a base na Copa Lacy Ughini, que reforçada em algumas posições decidiu o primeiro turno do Gauchão 2012 com o Caxias. O contrário aconteceu no ano seguinte, quando a política foi abandonada e treinador e jogadores queimados na Copa Hélio Dourado (lembram do Paulo Porto?). O grupo montado para o Gauchão 2013 era insuficiente e não fosse a capacidade de investimento, que vários clubes não tem, o Anilado não teria fugido do rebaixamento, situação que aflingiu clube e torcedores até o último minuto.
Parece que as lições foram absorvidas e novamente uma base está sendo montada, com uma vantagem: Jogadores de reconhecida capacidade e que salvaram o clube da queda já estão de volta para em 2014 desde o início chegar aos objetivos estabelecidos pela direção. Deste modo, provavelmente o resultado venha antes, mas que virá não há dúvidas.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Deu Nóia mas....

Era previsto que o título da Copa Metropolitana ficasse com o time que chegou a final com a melhor campanha com relação ao oponente. O anilado como já mencionei tem melhor estrutura, um grupo de jogadores que proporciona um leque variado de opções ao seu comandante e jogava em casa com grande vantagem, já que empatara em 3x3 na casa capilé.
O esquema tático do time de Itamar Schulle, repetido durante todo o primeiro turno, um 4-3-3 atacando, que variava para um 4-5-1 defendendo de maneira muito azeitada, aumentava o favoritismo sobre o 4-4-2 aimoresista, com o quadrado no meio campo mais preocupado em defender, que criar para dois atacantes que por pouco não morreram de fome. Tudo bem encaminhado até o início do jogo.
Clima de decisão no gramado e nas arquibancadas, os pouco mais de mil fiéis torcedores que a dupla do vale consegue arregimentar bravamente, diante da concorrência desleal da dupla grenal, já antes da peleja começar trocavam insultos separados pelo gramado do Estádio do Vale. neste clima a partida teve início com domínio anilado, que parecia que conseguiria definir o jogo a qualquer momento. Gilmar Iser, inquieto percebeu a superioridade no meio campo e fez, ainda no primeiro tempo a mudança, saindo o atacante Murilo para a entrada do meia João Paulo, igualando as peças do meio e diminuindo a pressão. O terceiro tempo da decisão terminou com o Índio equilibrando a partida e deixando tudo para os 45 minutos derradeiros.

Chegou o momento de se diz na gíria, separar os homens dos piás, no intervalo, duas declarações de jogadores anilados me chamaram a atenção, objetivo de jogo: "Ter posse de bola!" a estratégia não estava errada, mas antes seria necessário marcar um gol para deixar o adversário desesperado. Com o passar dos minutos os técnicos foram lançando mão das armas, via substituições. Gilmar Iser colocando atacantes em busca de pressionar e obter o gol que daria o título. Itamar Schulle buscando permanecer com a bola o mais longe possível do seu gol, mantendo o poder ofensivo. Tudo parecia correr normalmente, jogo pegado e nervoso, até que aos 35 minutos Gilmar lançou mão da sua última peça ofensiva, retirou um volante Faísca e colocou o atacante Lukinhas. No primeiro lance ofensivo, depois de um bate-rebate na área anilada, Lukinhas marcou para o índio leopoldense. Terror no Camp Nóia, ninguém esperava por isso, começou a se falara em "maldição colorada" e outras coisas escabrosas para justificar a derrota. Itamar tentava adiantar sua equipe, mas os anilados não conseguiam sequer pressionar o clube da taba. O minutos passando lentamente para uns e voando para outros, muita tensão no ar. Até que aos 47 minutos, decorridos 2 dos 4 minutos acrescidos pela arbitragem aconteceu o lance fatídico.


O Aimoré, diga-se de passagem não sofria pressão, conseguia trocar passes mantendo a posse de bola e encaminhando o titulo dentro da casa anilada. A bola estava pelo lado direito defensivo dos capilés quando foi atrasada para o goleiro Axel. Ele que foi alvo dos debates entre as duas partidas por ser considerado jovem demais para a decisão, mas que até ali tinha atuação segura em substituição a Rafael, herói das classificações anteriores contra Grêmio e São José. O goleiro foi rebater a bola e acabou acertando um jogador anilado (Léo ou Lucas Santos) que desesperadamente buscavam o empate. Caprichosamente a redonda tomou o caminho da felicidade anilada e com mais um toque de cabeça do menino Lucas Santos ingressou na meta do Aimoré. Imediatamente o auxiliar número um Leirson Peng levantou seu instrumento anulando o gol. Na sua interpretação ( estava atrás dele e vi ele explicando isso à Márcio Chagas da Silva) a bola bateu em Léo ( a essa altura convertido a centroavante) e sobrou para Lucas Santos marcar, caracterizando a situação irregular.
Confusão armada, jogo parado por cerca de 10 minutos de muita discussão. O árbitro principal, depois de muitas tentativas, conseguiu, com auxílio e proteção da Brigada Militar conversar a sós, por cerca de 3 minutos com seus auxiliares. Clima de completa tensão e expectativa no estádio pela decisão do apitante, que após ouvir atentamente relatos de Leirson Peng (auxiliar) e  Fabiano Oliveira (quarto ábitro) e confirmou o gol anilado. A confusão manchou a boa partida que transcorria até o momento e que acabou desta maneira polêmica.

MINHA OPINIÃO: Na hora tive a impressão de lance ilegal, por impedimento, e foi a impressão da maioria a beira do gramado. O auxiliar assinalou imediatamente, mostrando convicção na sua interpretação do lance. Hoje depois de ver o lance pelo menos 5 vezes (possibilidade que o trio não tem) mantenho minha opinião, o zagueiro Léo participa de maneira efetiva do lance, depois que a bola bate em Lucas Santos ele salta junto com o goleiro para alcançar a bola, não consegue, mas participa caracteriza o impedimento uma vez que estava adiantado no primeiro lance. A imagem disponibilizada pelo Aimoré não é nítida, mas baseada nela mantenho minha opinião, aguardo ainda a imagem da assessoria de imprensa do Novo Hamburgo para ser for o caso mudar minha opinião.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Empate por acaso no João Correia da Silveira

Clássico é clássico e vice-versa, foi assim que um famoso centroavante de relevante passagem pelo futebol gaúcho descreveu o equilíbrio que deve marcar um confronto de equipes tradicionais e rivais por natureza. Esta realidade não está presente no Clássico do Vale, alcunha da disputa entre Novo Hamburgo e Aimoré, que está decidindo o primeiro turno da Copa Metropolitana. O Novo Hamburgo está a frente em todos os quesitos, tem uma direção mais atuante no clube como um todo, a do Aimoré precisa atuar somente no futebol, e enquanto o Anilado tem um diretor executivo remunerado, que busca recursos junto ao governo federal, a empresários, e até em outros clubes (parceria que trouxe o Inter para jogar pelo Campeonato Brasileiro dando projeção ao Estádio do Vale e ao clube). No Índio Capilé são apenas dois abnegados que lutam com galhardia para reerguer o clube e colocá-lo entre os principais do estado.

Muita fumaceira no Monumental do Cristo Rei

Ontem empataram em 3x3 na primeira partida da final do primeiro turno, mas a vitória anilada seria o resultado esperado, caso existisse justiça no futebol. O time de Itamar Schulle comandou as ações do jogo, e até ai nenhum novidade pois tem jogadores mais técnicos e já se esperava isso, mas foi criando chances de gol aos borbotões e com metade da primeira etapa já vencia por 2x0. Foi ai que jogando em casa os índios de São Léo perceberam a gravidade da situação e na base da transpiração fora em busca do resultado e ainda na primeira etapa diminuíram o marcador. Mas em todo o tempo o anilado tocava a bola com autoridade e os valentes índios da taba do Cristo Rei se desdobravam para defender e com a força do centroavante Lucas Silva buscar a igualdade, que veio, já na segunda etapa, com o zagueiro Luis Henrique após sobra de bola dentro da área anilada. Nem bem comemoravam o empate e logo o Novo Hamburgo marcou o terceiro. O técnico Gilmar Iser buscava o resultado mas sempre com o chamado cobertor curto, hora expondo seu setor defensivo, hora não conseguindo levar perigo ao arqueiro Vitor. No apagar das luzes em um lance de qualidade o Aimoré consegui o empate, mas que não apaga a desigualdade entre as equipes. Na próxima segunda acontece a decisão no Estádio do Vale e o Novo Hamburgo é franco favorito, pela estrutura, equipe e contexto, mas é futebol e o Aimoré que no final da fase classificatória buscou o resultado literalmente nos acréscimos e com gol de goleiro precisará de mais uma vez muita superação se ainda quer alguma coisa.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Grêmio busca reforço nas "Torres Gêmeas do Vale do Taquari" Gabriel deve jogar no tricolor


 O zagueiro Gabriel do Lajeadense está perto de acertar com o Grêmio. Um dos grandes destaques da equipe do Lajeadense no Gauchão, Gabriel Rybar Blos, de 24 anos, iniciou nas categorias de base do próprio tricolor. Ainda com idade de júnior o jogador foi para o Lajeadense onde formou dupla de zaga nos últimos dois campeonatos gaúchos com Micael. Pela estatura e força a dupla recebeu o apelido de "Torres Gêmeas do Vale do Taquari". No segundo semestre do ano passado, Gabriel, como boa parte dos jogadores do clube de Lajeado foi emprestado, pois o Lajeadense não disputou nenhuma competição, porém este ano o clube vai jogar a Série D do Campeonato Brasileiro.



O jovem zagueiro é natural de Linha Tamanduá, na cidade de Marques de Souza, próximo a Lajeado. A direção do clube da capital não nega interesse no jogador. Resta saber se ele será adquirido ou chegará por empréstimo com multa rescisória estipulada como quer o Grêmio. O impasse deve ser resolvido até o início da próxima semana, pois o Grêmio tem até 48 horas antes do jogo contra o Independente Santa Fé para fazer as alterações na lista de inscritos na competição Sulamericana.