terça-feira, 29 de outubro de 2013

Estica a corda Renato!!!

Se foi o final de semana quando o Coritiba, por uma circunstância impôs uma goleada ao Grêmio e vem ai a primeira quarta decisiva, como escalar a equipe sem o trio ofensivo? Começo pelo domingo, explicando a circunstância da goleada. A equipe de Renato sempre que ganhou fora, jogou por uma bola, se defendendo e aproveitando as chances proporcionadas pelos erros do adversário. No Couto Pereira o time não teve essa possibilidade. Os dois gols em menos de 5 minutos deram tranquilidade ao Coritiba e ele passou a adotar esta postura, conseguindo em erros do Grêmio marcar mais dois, fora os que errou.
Os jogadores do Grêmio, quando sofreram o segundo gol, se deram conta de um dilema: tentar com todas as forças a busca pelo empate, ou vitória ou preservar-se e até buscar dentro do possível o resultado em função da decisão pela Copa do Brasil. A decisão foi tão óbvia como inconsciente e o resultado foi de acordo com a atuação.


Para quarta-feira a situação é diferente, os jogadores sabem que entram com a responsabilidade de jogar uma vaga a final da competição e com certeza irão entrar mais ligados. O problema passa a ser a escalação, sem Barcos e Kleber, suspensos pelo terceiro cartão amarelo e Vargas, suspenso pela expulsão a peça ofensiva está muito prejudicada. Entendo como principal alternativa um 3-4-2-1 mais defensivo. Na defesa o trio defensivo que dá a segurança: Werley, Rodholfo e Bressan. Nas alas, Pará e Alex Telles, com os volantes que habitualmente fazem a proteção, Souza, Riveros e Ramiro. A partir daí é que entram as novidades, Elano e Maxi Rodriguez seriam dois meias armadores com poder de chegada ao ataque e que também conseguem reter a bola na frente. Ambos deixariam os laterais adversários preocupados, para que não subissem a todo momento pressionando o time na sua defesa. Isolado no comando de ataque deixaria Lucas Coelho, dos jogadores da base, foi o que deu melhor resposta. Desta maneira o Atlético teria de segurar pelo menos quatro jogadores no seu campo defensivo e teria um poder de ataque menor, principalmente pelos lados, por onde se encontra espaços em times retrancados.
Não acredito que Renato optará por esta formação, acho que ele será ainda mais defensivo, chamando assim o Atlético-PR para jogar no seu campo, apostando ainda mais em uma defesa sólida com uma oportunidade de ataque bem aproveitada, não concordo, mas já não concordei com muita coisa e deu certo..

Acidente em Marau, mas era previsto..

Depois de perder em casa, o 15 de Novembro foi a Marau com grande responsabilidade, vencer fora de casa para avançar na Segundona (A3). Como a equipe conta com parcos recursos, viajou na manhã do jogo, o que por si só já compromete o desempenho dos atletas e se considerarmos a maratona que os mesmos vem fazendo, acaba com o preparo dos jogadores.
O jogo até começou equilibrado, e quem abriu o marcador foi o 15, mas as boas notícias acabariam logo. Em seguida o time da casa empatou, virou e goleou a gurizada tricolor. O resultado final de 7x1 se explica muito pela sequência de jogos, falta de estrutura e também pela situação no jogo, o time precisava atacar e cedeu espaços a um time experiente e que bem preparado, soube explorar estes espaços e definir o confronto.
Na partida de ida, jogo em campo completamente alagado, o que já comprometeu a equipe fisicamente. Na sexta uma partida de muita intensidade com o Novo Hamburgo, descanso no sábado e viajem já no domingo pela manhã para Marau. Não há tempo para recuperação, hoje o clube decide com o Novo Hamburgo uma vaga na final da Copa Metropolitana e com dois desfalques consideráveis. Ronaldinho, referência técnica do meio campo e Serjão, comandante da defesa e destaque da bola aérea ofensiva, sendo com estes gols, artilheiro do clube nas competições.
Como se não bastasse, o adversário atravessa uma grande fase. Ganhou o primeiro turno da Copa Metropolitana, e no último domingo, enquanto o 15 era goleado em Marau, o Anilado sagrava-se campeão da Copa Willy Sanvitto, obtendo assim vaga na Copa do Brasil de 2014. O técnico Itamar Schulle já avisou que quem estiver em condições, vai jogar.
O 15 de Novembro precisará de muita superação para vencer o Anilado e este só precisa manter o foco na competição e não deixar que o clima de já ganhou entre no vestiário. O favorito é o Novo Hamburgo, mas o grupo quinzista já se superou outras vezes este ano.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

15 não soube jogar pólo aquático, agora complicou

Deu início a maratona de decisões do 15 de Novembro. O primeiro adversário foi o Marau de Sandro Sotilli, que aliás passou 90 minutos rondando a defesa do 15, mas quem marcou foi o seu parceiro de ataque "Alagoano". O adversário não foi o principal problema do tricolor campo-bonense e sim o seu próprio estádio. Não é de hoje que o time sofre por jogar em casa precisando de construir resultado. As dimensões reduzidas facilitam quem quer destruir jogadas e não quem quer construir. Adicione um dia de chuva intensa fazendo com que o gramado ficasse completamente alagado. O técnico Daniel Franco errou na escalação inicial. A peça ofensiva tinha jogadores leves com características de condução de bola, velocidade e troca de passes curtos, tudo o que o campo não favorecia. O jogador de referência ficou no banco.
Gramado não tinha condições de jogo e 15 não tinha os jogadores para esse gramado (Foto: Renan Spengler)

O Marau jogou o tempo todo obtendo a vitória pessoal na bola aérea defensiva, em função da falta de imposição física do ataque quinzista. Na parte ofensiva os atacantes por vezes venciam a disputa com a defesa do 15 e ai chegavam com perigo, chegando a carimbar o travessão de Gott. Final de primeiro tempo com empate no Sady Schmidt em 45 minutos de balão para o ataque dos dois times. Surpreendentemente Daniel não mexeu no intervalo e o panorama permaneceu igual. Com menos de 20 minutos, finalmente veio a referência, porém a alegria durou muito pouco. Nem bem havia esquentado e Léo foi mais uma vítima da sequência de jogos a que a equipe vem sendo submetida, lesão muscular e queimada mais uma substituição. O castigo veio no final quando depois de uma disputa, o atacante do Marau marcou o gol da vitória. depois disso o 15 se atirou ao ataque, com diversas bolas alçadas na área adversária, mas a sólida defesa sempre levou vantagem, já que não havia o jogador alto para concluir o lance.
Complicou a situação no clube, mas a impressão que tenho é que já há o sentimento de missão cumprida na direção de grupo de jogadores. A sequência de jogos excluiu do time as principais referências técnicas. Itaqui, lateral que vinha por vezes decidindo na bola parada tentou voltar no domingo, mas não tem mais condições de jogar nesta temporada. Brito, volante que saia para ajudar o ataque, também tem lesão, ainda há esperança, mas com certeza não voltará no mesmo ritmo que vinha atuando. Bahia, Léo e outros fazem falta a Daniel Franco, resta saber quem poderá enfrentar o Novo Hamburgo, por que amanhã tem outra decisão.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Aimoré troca comando técnico para o Gauchão 2014

A mudança foi anunciada. Já a cerca de uma semana o Jornal VS trouxe a informação: Gilmar Iser não permanecerá para o Gauchão. Hoje a tarde na data marcada para reapresentação, após uma reunião com a direção veio a confirmação, Gilmar Iser não permanece no comando do Clube Esportivo Aimoré para o Gauchão 2014. A direção do Índio Capilé alegou que o perfil do técnico não é o desejado para comandar o grupo de jogadores. Existiram outros fatores que contribuíram.


Gilmar não teve tempo para treinar, mas neste curto período utilizou métodos, que segundo pessoas próximas da direção, não são modernos como o futebol atual requer. Dentro do vestiário, há informações de conflitos com lideranças do grupo. Nas últimas partidas, o grupo não apresentava a mesma pegada e vontade que demonstrou no primeiro turno da Copa Metropolitana e acabou ficando fora da fase final.
A escolha de Gilmar Iser para ser o substituto de Benhur Pereira pelo jeito não foi unanimidade na direção capilé. O presidente Felipe Becker e seu vice de futebol André Schuch tem muito crédito, pois tiraram o clube da Série A3 e o colocaram na elite do futebol gaúcho. Porém o momento é crucial, o Aimoré terá menos que a metade da verba dos demais clubes que participarão do Gauchão 2014 e três serão rebaixados. Se há um momento em que não pode haver erros é agora. Todas as contratações terão de ser feitas com a convicção de que são as melhores opções para o futuro do Índio Capilé. E a principal escolha é a do comandante do vestiário, que por sua vez indicará alguns dos seus comandados.

Boa sorte a direção do Aimoré!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Empate e ninguém saiu moralmente prejudicado

O Grenal era de alto risco. O Grêmio na esperança de alcançar o Cruzeiro, coisa que só acontece de cem em cem anos, mas ainda com boas possibilidades na Copa do Brasil. Já o Inter ainda sonha com a Copa do Brasil, mas ainda corria riscos no Brasileirão, pois precisa de poucos pontos para fugir do rebaixamento, mas uma derrota em Grenal abala as estruturas. Por isso o jogo com boas atuações de ambos e sem resultado negativo foi positivo moralmente para ambos.
O Grêmio vai para a decisão com o Corinthians como favorito, o alvi-negro paulista está em crise e terá desfalques. O tricolor gaúcho busca pela primeira vez transformar a nova casa em caldeirão. Com Werley como desfalque, o 4-3-3 deverá ser mantido, principalmente por que surgiu no jogo de ida. O desafio é manter o equilíbrio de atacar para buscar a vitória, necessária para classificar e não oferecer espaços para contra-ataques, pois se o Corinthians marcar, complica a situação e só a vitória salva.
Dida: estava mal colocado no gol de Williams, quase pegou o pênalti de D´Alessandro
Pará: o mesmo de sempre, nem tão bom, nem tão ruim
Werley: intenso como de costume até a lesão que o tirou no intervalo
Bressan: é mais seguro no 4-4-2 quando não fica exposto, cometeu o pênalti como último recurso
Alex Telles: Não acertou uma bola parada e pouco produziu no apoio, seu ponto forte
Souza: Condenou sua atuação ao errar no primeiro gol do Inter, sublimou ao errar o gol no final
Riveros: cumpriu função tática marcando, Renato erra ao tirá-lo da área nas bolas alçadas
Ramiro: dá apoio ao lado direito gremista, excelente participação no segundo gol
Kleber: A mesma entrega de sempre, identificação total com a torcida gremista
Vargas: Renato achou a forma de encaixá-lo, na mesma posição da seleção chilena
Barcos: entrega total ao time, precisa dos gols para ganhar confiança
Saimon: entrou e quase entregou um gol no início do segundo tempo, é desastrado
Wendell e Yuri: sem tempo para mostrarem serviço

O Inter ai ao Paraná como franco atirador. Foi favorecido pelo tempo entre a primeira e segunda partida, uma vez que passava por período muito turbulento na época do primeiro confronto. Terá que vencer, mas o Atlético-PR não é mais aquele time confiável que empatou em 1x1 o jogo de ida. Já o Inter cresceu, Clemer rejuvenesceu o time e deu esquema tático ao time, portanto a balança que já pendeu para o lado paranaense, agora pende para o lado gaúcho, o jogo será equilibrado e nervoso, já que o Furacão não vai sair pro jogo, pois começa o jogo classificado, beneficiado pelo empate com gols no Estádio do Vale.
Muriel: sem culpa nos gols, boas intervenções
Gabriel: começa bem as trajetórias nos clubes e ai caindo
Jackson: infeliz no primeiro gol gremista, envolvido no segundo, sentiu já antes do jogo
Juan: faz o que pode com a experiência que tem, orienta a defesa
Kleber: só joga quando quer, quase não apoiou
João Afonso: garoto entrou e não sentiu, tem personalidade
Williams: gol e muitos desarmes, típico volante que sai para atacar, as vezes demais
Jorge Henrique: pouco produziu no primeiro tempo e foi substituído
D´Alessandro: o mesmo jogador decisivo de outros Grenais
Otávio: desarme e passe para o gol de Williams, cansou de tanto que correu atacando e defendendo
Leandro Damião: isolado fez a função de referência, mas não está em boa fase

O ambiente é favorável a vitórias no meio de semana e ai o mundo pára. Teremos dois confrontos históricos na semi-finais da Copa do Brasil. Torço para que isso aconteça, pois até lá o Cruzeiro será campeão brasileiro e o final de ano terá alguma graça para a torcida gaúcha.

Definidas as semi-finais da Copa Metropolitana, Novo Hamburgo é favorito

Na última sexta-feira aconteceu a última rodada da Copa Metropolitana, e agora 15 de Novembro, Inter e Cerâmica tentam evitar o título antecipado do Novo Hamburgo, campeão do primeiro turno. O Anilado jogou em casa com o Inter B e focado na decisão da Willy Sanvitto, jogou com reservas e perdeu para o colorado que precisava do empate para garantir a classificação.
O Novo Hamburgo estabeleceu uma estratégia ousada para quem vinha optando por investir pouco nos segundos semestres, priorizando o Gauchão no início do ano. Após conquistar o primeiro turno da Metropolitana, dividiu o grupo em dois e passou a priorizar a conquista de vaga a Copa do Brasil via Willy Sanvitto. Classificou em primeiro e agora decide em casa, podendo voltar a mesclar alguns jogadores do grupo principal, buscar a conquista antecipada da Metropolitana e duas datas a mais no apertado calendário que a FGF montou. Se passar pelo 15 de Novembro com o grupo reserva, poderá decidir com o grupo titular, uma vez que a Willy Sanvitto já terá acabo. É a melhor equipe do interior do estado no segundo semestre e  tem todas as condições de conseguir vaga a Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro via Supercopa.
O 15 de Novembro, jogando com o grupo principal, bateu os reservas do São José e avançou na quarta posição, o grupo que fez um péssimo primeiro turno deu a volta por cima e conseguiu classificação na duas competições que disputa. Agora complicou a situação, o clube tem um grupo reduzido e que sofreu baixas com a sequência de jogos. A prioridade seria a Série A3, mas com a boa campanha da Metropolitana a direção manteve a equipe principal nos dois jogos. O 15 já fez a sua parte reabrindo o departamento de futebol em 2013, se ainda pretende mais alguma coisa que priorize uma das competições, entendo que não conseguirá nenhuma conquista, mas o passo mais importante já foi dado.
O Inter com seu grupo aspirante fez o que se esperava, classificou. Como em competições nacionais da base e em necessidade do grupo principal alguns jogadores são chamados, o grupo ai oscilar, talvez passe pelo Cerâmica, mas não deve conquistar o returno.
O tricolor gravataiense está em ascensão. Depois na derrota para o Novo Hamburgo, muitos deram a equipe como fora da disputa. Créditos a Gelson Conte e seu grupo de jogadores que não desistiram, venceram o 15 de Novembro em Campo Bom e o Cruzeiro em casa e com o empate de Grêmio e Aimoré chegaram pelas beiradas e classificaram. O ânimo obtido pela classificação, assim como aconteceu como o Aimoré no primeiro turno, pode levar o time a superar-se e chegar a final. Caso contrário, a direção começa a planejar 2014 e a volta a elite do futebol gaúcho, pela estrutura e planejamento o tricolor merece.
O Aimoré remou no segundo turno para tentar repetir o primeiro turno, quando depois de começar a competição sem ter definido seu grupo de jogadores, chegou a decisão e por detalhe não conquistou o título. 2013 já entrou na história do Índio Capilé, hora de pensar em 2014, uma reformulação se faz necessária na taba, pois o primeiro objetivo é permanecer onde se chegou a muito custo. O grupo que manteve o desempenho da reta final da Divisão de Acesso no primeiro turno da Metropolitana, caiu de produção e penou principalmente por não contar com soluções ofensivas. Gilmar Iser foi vítima da falta de tempo para treinar e não conseguiu manter a corda esticada.
O Grêmio jogou a Copa Metropolitana com intuito de dar ritmo de jogo a jogadores com contrato com o clube, mas que não vinham sendo aproveitados no grupo principal, assim como alguns que voltaram de empréstimos, sem aspirações maiores a não classificação em nenhum dos turnos não foi surpresa, pelo menos alguns jogadores da base ganharam experiência atuando contra jogadores mais rodados.
O Cruzeiro foi a decepção da Metropolitana, não classificou e não venceu na competição. Com uma equipe de garotos foi saco de pancadas. Não é desta forma que um clube forja jogadores, eles precisam de experiência e confiança. Se fosse somente para perder e gastar, seria mais produtivo não disputar a competição, acho que o clube somente atuou por pedido da FGF.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Preço dos ingressos dos novos estádios, oportunidade para os clubes do interior

Como já estamos cansados de ver, ler, ouvir e falar, 2014 será ano de Copa do Mundo no Brasil. País afora estádios foram construídos e reformados para atender a demandas do caderno de encargos da Fifa para o país organizador. Alguns outros clubes modernizaram ou construíram seu patrimônio para equilibrar a disputa. Aqui no estado o Inter inaugura em 2014 o novo Beira Rio e o Grêmio está em fase de acomodação na sua nova casa, a Arena.
O torcedor, acostumado com arquibancadas de concreto sujo e cheirando a urina e ter pipoca e refrigerante como opções de consumo ainda não se acostumou com o conforto e a variedade gastronômica que são oferecidas, mas principalmente ao custo que isso tem.
Como a BRio e  a Arena Portoalegrense, empresas criadas em parceria dos clubes com as construtoras, praticam preços de ingressos inacessíveis ao torcedor que fica abaixo da classe média, passamos por um processo de troca do perfil do torcedor que vai ao estádio.
Sai o torcedor que vibra, grita com o time e protesta em altos brados e entra um público "mais educado" sem o hábito de protestar e alentar a equipe aos gritos. O Grêmio já sentiu esse efeito e tem sua casa com capacidade para 60 mil pessoas com média abaixo de um terço dos assentos ocupados. Assim que retomar o mando dos jogos em sua casa, em menos de 90 dias o Inter também sofrerá com isso.
Neste momento que os clubes do interior, se entenderem rapidamente o momento poderão arregimentar torcedores mais fiéis. Por que alguns torcedores acostumados a ir aos antigos estádios, pela questão financeira, não poderão mais acompanhar seu clube tão de perto, e não deixarão de gostar de futebol. Caberá então aos dirigentes que forem sagazes, oferecer a este público uma possibilidade alternativa para manter o hábito de frequentar os estádios.
Alguns clubes do interior e próximos da capital, largaram na frente e recentemente reformularam seus patrimônios com novos estádios, casos de Novo Hamburgo, Lajeadense e o Cruzeiro que inclusive optou por trocar de cidade em busca de torcedores. O Aimoré tem essa modificação planejada também e outros clubes já entenderam que precisam acompanhar essa "onda" de modernização. Os jovens torcedores, estão sedentos por um clube que lhes possibilite pelo menos uma vez por semana ir ao estádio e juntos empurrarem seus guerreiros na consagrada, pelo menos aqui no RS, forma de torcer das barras argentinas e uruguaias. Os times do interior, podem oferecer isso a custo mais baixo que a Dupla Grenal, basta oferecer as condições e o time. Ou teremos que esperar por uns anos, quando as empresas gestoras dos estádios descobrirem que o "novo" público não ajuda o clube como a antiga torcida e de forma gradual, retomar a entrada do público tradicional de futebol, que joga junto e empurra o time para as vitórias e conquistas.